A origem da data, porém, é bem menos sentimental.
Ela começa com uma lei: em 15 de outubro de 1827, Dom Pedro I assinou um decreto que criou as chamadas escolas de primeiras letras no Brasil. A norma tratava da organização do ensino elementar e marcou uma das primeiras iniciativas legais de estruturação da educação no país.
Mais de um século depois, a data virou homenagem.
De decreto a comemoração nacional
O Dia dos Professores só foi oficializado nacionalmente em 1963, quando o presidente João Goulart sancionou a norma que instituiu a comemoração em todo o território brasileiro.
A ideia era reservar o dia para solenidades e homenagens aos educadores.
Ou seja: primeiro veio a obrigação de organizar escolas.
Depois veio o reconhecimento de quem fazia a escola existir.
O mundo também reservou uma data
O Brasil comemora seus professores em 15 de outubro.
A Unesco escolheu outro dia.
Desde 1994, o Dia Mundial dos Professores é celebrado em 5 de outubro em vários países.
As datas são diferentes.
A mensagem, nem tanto.
Toda sociedade que leva educação a sério acaba encontrando um jeito de lembrar quem sustenta a parte mais difícil dela: ensinar.
Ensinar Direito é mais do que explicar a lei
Na formação jurídica, o trabalho do professor tem uma dificuldade adicional.
A lei muda, a jurisprudência muda, os tribunais mudam de entendimento e a sociedade muda mais rápido ainda.
Por isso, ensinar Direito não é apenas transmitir conteúdo. É também ajudar o aluno a construir repertório, raciocínio, senso crítico e capacidade de acompanhar um campo profissional que nunca fica parado por muito tempo.
Na Faculdade ESMAFE, essa missão ganha contornos muito concretos.
Os professores não estão apenas na sala de aula.
Estão também em tribunais, escritórios, pesquisas, congressos, debates acadêmicos e na construção diária das interpretações que depois voltam para os alunos.
Quem ensina também leva a prática para a sala
Esse é um dos traços mais fortes do corpo docente da ESMAFE.
A formação acadêmica convive com a experiência profissional.
Magistrados, advogados, pesquisadores, servidores públicos e especialistas de diferentes áreas transformam o conteúdo jurídico em algo menos abstrato e mais próximo daquilo que o aluno vai encontrar na prática.
Não é apenas ensinar o que a norma diz, mas também mostrar como ela funciona quando chega ao processo, ao cliente, à Administração, ao tribunal ou ao conflito concreto.
Essa diferença não aparece sempre no plano de ensino, mas costuma aparecer na formação.
A aula termina. O professor continua.
Boa parte do que um aluno leva de uma formação jurídica não está apenas nos materiais, nas leituras ou nas avaliações. Isso é o que aparece. Por trás de toda essa organização, porém, existem outros fatores que são fundamentais para o sucesso da relação entre alunos e professores.
Está numa explicação que destravou um tema, numa pergunta que obrigou a pensar de outro jeito, num exemplo dado no momento certo, num professor que mostrou que o Direito não cabe inteiro num código.
É por isso que a Faculdade ESMAFE dedica este 15 de outubro aos seus professores.
A todos os que dividem conhecimento, experiência, método, dúvida, repertório e tempo com quem está em formação.
Porque ensinar Direito é acompanhar a lei, mas também é ensinar a enxergar além dela.
Aos professores da ESMAFE
Hoje é dia de agradecer quem transforma conhecimento em caminho profissional.
Quem atualiza a aula porque o tribunal mudou de entendimento ontem.
Quem traz a prática para perto.
Quem faz uma turma inteira entender que uma boa pergunta pode ser mais valiosa do que uma resposta decorada.
O calendário chama de Dia dos Professores.
Na ESMAFE, a homenagem é para quem faz todos os outros dias de aula valerem a pena.
Feliz Dia dos Professores a todo o corpo docente da Faculdade ESMAFE.


